Crescimento portaria remota

 

Portaria virtual tem potencial para crescimento no mercado.

Q uem mora em condomínio sabe que os porteiros muitas vezes são “anjos da guarda”, que além de monitorar a saída e entrada de visitantes, pode resolver alguns problemas dos moradores. No entanto, muitos edifícios estão abrindo mão dessa convivência em nome da segurança e da economia. Tem crescido nos últimos anos o número de empresas que investe em portarias remotas, aquelas sem porteiro, monitoradas à distancia. Esses sistemas estão cada vez mais desenvolvidos e tem espaço para crescer ainda mais. Em todo o Brasil há 180 mil condomínios, 50 mil só em São Paulo. A maioria, segundo o vice-presidente de Administração do Secovi São Paulo, Hubert Gebara, ainda não adotou a portaria virtual. Quem já adotou, como em um prédio de São Paulo, foi para reduzir custos. A folha de pagamento caiu em 50%. O dinheiro foi reinvestido em benfeitorias para o prédio. A tecnologia usada na portaria do prédio na capital paulista foi desenvolvida pela startup do Fabio Beal. O empresário investiu um milhão e meio de reais para criar a plataforma que gerencia à distancia o acesso de moradores e visitantes de condomínios. Cada morador tem uma identificação e só com ela, abre o portão do prédio. O monitoramento é feito numa central que fica distante. A central que monitora o prédio é uma das cem parceiras da startup e está no mercado de segurança há 15 anos. Há dois anos entrou na área de portaria virtual e já aumentou o faturamento em 30%. A empresa mantém três equipes que se revezam 24 horas por dia para monitorar as portarias de 900 condomínios em São Paulo. O custo para o condomínio é de R$ 1.400 por mês para a startup, pelo aluguel do equipamento e uma mensalidade a partir de R$ 4.500 para a empresa de segurança que faz o monitoramento.

Fonte: g1 (globo.com) - Juliana Munaro

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